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Comentários de: efe

Paris
(17)
:)
efe

Contrastes
(59)
:)
efe

(19)
ela aceitou? ou deu-te com o vaso?
efe

Eu
(7)
:)
efe

S/T
(18)
sharp para recuperar o desfoque? boa escolha do enquadramento.
efe

um olhar curioso...
(19)
:)
efe

ameaçador
(25)
os mosquitos andam nas nuvens ;p
efe

Os iniciáticos
(9)
:)
efe

Hora vazia
(24)
:)
efe

a noite...
(36)
seria estranho?
efe

a noite...
(36)
coisa estranha
efe

andrógino 4#-"coisas do amar no plural"(*)
(19)
nice
efe

Silhueta2
(8)
o corcunda de Notre Dame?
efe

11 de Março 2007
(48)
:)
efe

Recanto sem fio de prumo
(9)
as paredes tinham essa reent´rância para que os bêbados não batessem com a cabeça na esquina ao dobrá-la (já todos inclinados com o peso do alcoól). Enfim, coisas que a moderna arquitectura desconhece. ;)
efe

Grita Grita
(15)
hehehe http://www.fcastelo.net/galeria/album07?page=6 http://www.fcastelo.net/galeria/album07/coisoMexe
efe

Ana
(12)
Chamam-lhes "instituição" britânica mas ainda não conquistaram a crítica. Provocadores por natureza, eles dizem que o público os adora e que continuam a ser outsiders. Desconcertantes, irónicos, explícitos, Gilbert & George têm agora honras de retrospectiva na Tate Modern, em Londres. Quase 40 anos depois de terem começado como dupla, na arte e na vida. Ocupando todo o quarto piso da galeria, esta é a maior exposição do género realizada pela Tate. Com curadoria de Jan Debbaut e Ben Borthwick, cerca de 200 obras de grandes dimensões ajudam, até 7 de Maio, a traçar o percurso de George Passmore (nascido em Plymouth, em 1942) e de Gilbert Proesch (nascido em Itália, em 1943), os artistas que em 2005 representaram a Grã--Bretanha na Bienal de Veneza. E que, três anos antes, fizeram no CCB uma retrospectiva com 77 trabalhos. Venerados como "consciência" da nação ou renegados como "blasfemos, pervertidos e pederastas", como recordou Laura Cumming no The Guardian, o certo é que Gilbert & George constituem um valor seguro no mercado da arte: as suas obras começam nos 60 mil euros e podem atingir os 300 mil. Apesar da aparência pacata - usam sempre fatos idênticos e parecem saídos de uma qualquer série televisiva inglesa (George é o mais alto e tem óculos) -, G&G não páram de provocar desde que, em 1969, se estrearam com The Singing Sculpture, a performance em que dançavam e cantavam Underneath the Arches (uma conhecida canção sobre o prazer de dormir ao relento). "Arte para todos" tem sido o seu lema. Eles, que dizem que não trocam o mundo à porta de sua casa pelos quadros de Velázquez que a National Gallery mostrou, auto-intitulam-se "esculturas vivas". De fato e gravata ou completamente nus a exibir os genitais, G&G são, há muito, as principais personagens dos seus painéis fotográficos, que têm sido comparados a vitrais medievais pela composição e uso da cor. Crucifixos, tótemes, anúncios, posters, títulos de jornais, dejectos de pássaros, excrementos humanos, fluidos corporais ampliados ao microscópio, mapas ou graffiti são algumas das imagens combinadas em obras com títulos como Son of God, Shitty Naked Human World ou The Dirty Word Pictures. George "The Cunt" e Gilbert "The Shit", como se apresentaram em 1969, trabalham abertamente sobre temas como religião, homossexualidade, sida (série The New Horny Pictures), crime, segregação racial, terrorismo ou política. Fascinados pela linguagem das ruas (é hábito fotografarem o movimento e as palavras de ordem escritas nas paredes perto de casa, no East End), o seu trabalho mais recente é Six Bomb Pictures, série inspirada nos bombardeamentos de Londres e dedicada às vítimas dos atentados de Julho de 2005. "Não fazemos arte para vender, mas para confrontar as pessoas", disse Gilbert em entrevista ao The Guardian. http://dn.sapo.pt/2007/02/22/artes/polemicos_gilbert__george_retrospect.html este é um artigo anterior dado que aquele a que fiz referência aprece não existir online (poderás ler em qq biblioteca pública, certamente)
efe

Laços...
(16)
:)
efe

Gota
(52)
:)
efe

Ana
(12)
meritória ousadia na utilização das ferramentas artísticas. se a lomografia e outras grafias se apresentam como parte integrante da Fotografia, porque não continuar a considerar Fotografia a construção da imagem (re)criada a partir do "objecto" fotografia? Devias ler o artigo "Photo Shop Boys" - Restrospectiva de Gilbert & George em Londres - exposição na Tate Modern, publicada na revista 6ªDiário de Notícias de 16 de Março.
efe
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