Canal Fotografia - Galeria Fotográfica dos membros / Galeria de Arte
 Sertão (10) |
| gosto, mas tem sharp demais |
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 Alderney Harbour (13) |
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 tu que tens vida (8) |
| o Zapata disse. Embora seja uma boa composição. |
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 Sepia (3) |
| No meu monitor resulta um pouco claro, mas gosto do "nível" de sépia. |
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 alô (13) |
| helá...onde foste registar isto? |
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 Muuu (6) |
| bom...se é para ilustrar um perigo na estrada... |
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 Porto de Pescadores (17) |
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 passagem para o céu (12) |
| epa, só o céu e que não me convence nada. mas isto tem piada. |
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 JumP (8) |
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 psychedelic plant (14) |
| isto parece coisa alianígena. a planta já é esquisita e depois a luz e a base (rocha ou lá o que é). |
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 Gotas & Reflexos III (27) |
| É uma boa foto Jorge, mas nunca poderia ser um Genial porque o fundo torna um pouco confuso a leitura/apreensão do motivo principal, que já de si não possui total clareza de leitura devido a parte da "faixa" de gotículas se encontrar fora de foco. Por vezes, como já descobriste - e mostraste noutras fotos - uma parte desfocada ajuda a compreender a parte nítida, confere destaque, profundidade, etc, para além de outros valores mais artísticos. Aqui, isso não acontece.
Imagino esta foto com esses problemas resolvidos e pergunto-me: se atribuísse Genial a esta o que atribuiria à outra?
;)
Força, vais bem. |
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 ...!!!... (13) |
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 Cilindro 2 (9) |
| tens que te aproximar mais de mansinho, então. |
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 Cilindro 2 (9) |
| ahhh...encontraste um ninho deles! |
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 Cilindro (11) |
| Eventualmente, se se visse a máquina toda a fotografia poderia ficar enriquecida, até talvez mais apelativa, mas aproximar-se-ia mais do documental (aquilo que procura reproduzir o real com a maior fidelidade possível) afastando-se da abordagem artística.
É o facto de esta fotografia nos propor que imaginemos como será efectivamente o resto do cilindro que a coloca no campo da arte.
Abuso da paciência do anfitrião lininho e discorro, que vou embalado, e explico melhor recorrendo à pintura: Durante muitos anos preferi a arte de pintores como Durer ou Holbein à arte de pintores ditos maiores e não percebia como podiam as outras pessoas preferir obras muito menos precisas, menos reais e, aparentemente, mais fáceis de realizar (pelo menos não tão morosas). Mais tarde descobri a importância do indefinido, que deixa espaço para a nossa interpretação (reconstrução). O sorrido da Mona Lisa bem pode ser um exemplo disto. Neste caso o Mestre Leonardo usou o sfumato para permitir diferentes interpretações do sorriso do modelo, conforme a proximidade do espectador ou o ângulo de incidência da luz…
Portanto, para mim, as pinceladas sugestivas de Van Dyck ou Rubens não estavam à altura do traço meticuloso de Hans Holbein – é ver “A virgem e o menino” e “O mercador em Londres” deste autor. Aquilo não é pintura, é “Fotografia”. Ah, mas como eu estava enganado!
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 Gaviao Carijó (23) |
| então será melhor não usar uma máquina full-frame, não? |
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 Gaviao Carijó (23) |
| 500mm, isso é que foi tiro certeiro. |
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 The sands of time for me are running low. (12) |
| era interessante, mas a transição brusca da parte focada para a parte artificialmente desfocada... |
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 Cilindro (11) |
| A diferença entre foto documental e foto artística é que para o primeiro tipo a foto está demasiado escura, mas porreira para o segundo.
[não estou a pretender ensinar nada, apenas ensaio a escrita - quando mais escrevo, melhor escrevo] |
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 Luz (18) |
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