 Lua de 01/01/2010 (18) |
|
 a cores; (9) |
|
 Eis me aqui.. (17) |
| Gosto, apesar de uma edição demasiado constratada em que a luz sobresaiu demasiado. |
| AlbertoRCorreia |
|
 Avetruz aquática (9) |
|
 A revolta do mar e a passividade das gaivotas (6) |
| Enquadramento muito bom, merecia estar melhor com uma maior profundidade de campo a dar-nos uma sóbria imagem da onda perante a pequenez das aves. |
| AlbertoRCorreia |
|
 1...2...3...BIRRA! (10) |
|
 Filtro solar (13) |
|
 Vovô.... (21) |
|
 ensaios (11) |
| Permite-me discordar, todos os dias pudemos ensaiar a vida, muitos não são é capazes de escolher as cores o que logo os obriga a repintar constantemente.
Quero eu dizer que cada um deve escolher a sua cor e não a que os outros gostam porque nesse caso passarão a vida a repintar correndo o risco de nunca acertar na cor que gostam. |
| AlbertoRCorreia |
|
 Like The Wolf (30) |
|
 s/t (23) |
|
 s/t (23) |
| Eheheh, eu sou o ARC62, o melhor ano do séc. XIX, até esteve para rebentar a guerra nuclear USA/URSS ou vice versa. |
| AlbertoRCorreia |
|
 s/t (23) |
| Eheheh, eu sou o ARC62, o melhor ano do séc. XIX, até esteve para rebentar a guerra nuclear USA/URSS ou vice versa. |
| AlbertoRCorreia |
|
 A gaivota (16) |
| Nunca, mas nunca fiques sem palavras. A tua palavra é o teu pensamento e como tal será tudo aquilo que és. Nunca fiques calada em altura alguma, defende sempre a tua honra nem que isso seja a tua sentença. Mais vale livre condenado do que escravo sem direitos. |
| AlbertoRCorreia |
|
 s/t (23) |
| Quis fotografar aquilo, mas os gajos tinham as luzes todas ligadas o que não deu nada, valeu as garrafas vintage. |
| AlbertoRCorreia |
|
 s/t (23) |
| Não, não faço falta nenhuma em lado algum, apenas onde e quando estou. |
| AlbertoRCorreia |
|
 A gaivota (16) |
| Enganas-te, nada tem fim, quando qualquer coisa parece ser o fim é tão somente o ... início de outra. |
| AlbertoRCorreia |
|
 A gaivota (16) |
| No horizonte há sempre algo de novo para explorar. Basta termos um olhar atento e pensar o porquê da sua existência. |
| AlbertoRCorreia |
|
 s/t (23) |
| E foi no Porto que começei a transbordar. No Majestic havia histórias para contar. |
| AlbertoRCorreia |
|
 Like The Wolf (30) |
| Gosto deste pb. Ainda há uns dias andei na tua terra, chovia que Deus mandava, o Douro queria transbordar e à noite transbordei eu com uns Portos vintage. |
| AlbertoRCorreia |
|