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 Quilombolas (24) |
| Descendente de escravos africanos, foi marinheiro na juventude, vindo a tornar-se empregado de uma tradicional família carioca.
Na noite 22 de Dezembro de 1938, despertou com alucinações que o conduziram ao patrão, o advogado Humberto Magalhães Leoni, a quem disse que iria se apresentar à Igreja da Candelária. Depois de peregrinar pela rua Primeiro de Março e por várias igrejas do então Distrito Federal, terminou subindo ao Mosteiro de São Bento, onde anunciou a um grupo de monges que era um enviado de Deus, encarregado de julgar aos vivos e aos mortos. Dois dias depois foi detido e fichado pela polícia como negro, sem documentos e indigente, e conduzido ao Asilo D. Pedro II (o hospício da Praia Vermelha), primeiro instituição oficial desse tipo no país, inaugurada em 1852, onde anos antes havia sido internado o escritor Lima Barreto (1881-1922).
Um mês após a sua internação, foi transferido para a Colônia Juliano Moreira, localizada no subúrbio de Jacarepaguá, sob o diagnóstico de "esquizofrênico-paranóico". Aqui recebeu o número de paciente 01662, e permaneceu por mais de 50 anos.
Em determinado momento, Bispo do Rosário passou a produzir objetos com diversos tipos de materiais oriundos do lixo e da sucata que, após a sua descoberta, seriam classificados como arte vanguardista e comparados à obra de Marcel Duchamp. Entre os temas, destacam-se navios (tema recorrente devido à sua relação com a Marinha na juventude), estandartes, faixas de mísses e objetos domésticos. A sua obra mais conhecida é o Manto da Apresentação, que Bispo deveria vestir no dia do Juízo Final. Com eles, Bispo pretendia marcar a passagem de Deus na Terra.
Os objetos recolhidos dos restos da sociedade de consumo foram reutilizados como forma de registrar o cotidiano dos indivíduos, preparados com preocupações estéticas, onde se percebem características dos conceitos das vanguardas artísticas e das produções elaboradas a partir de 1960.
Utilizava a palavra como elemento pulsante. Ao recorrer a essa linguagem manipula signos e brinca com a construção de discursos, fragmenta a comunicação em códigos privados.
Inserido em um contexto excludente, Bispo driblava as instituições todo tempo. A instituição manicomial se recusando a receber tratamentos médicos e dela retirando subsídios para elaborar sua obra, e Museus, quando sendo marginalizado e excluído é consagrado como referência da Arte Contemporânea brasileira.
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| O Fotógrafo Caolho |
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 para lá ou para onde? (26) |
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 Que horas são? (30) |
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 Que horas são? (30) |
| rsrsrs, o lobo a essa hora ainda bocejava, se é que já se mostrava desperto.
Valeu, Fran. |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Que horas são? (30) |
| enquanto lua, vaga linda
pelo céu que chão
pelo espelho que água é.
Brigado, Leilaaaaaaa! |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Que horas são? (30) |
| uma lua que ao olho engana,
mesmo sem lua ter nascido
assim se mostra a todos os olhares.
Brigado, Line! |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Que horas são? (30) |
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 Negro Mar (51) |
| Brigado, Nair...essa tá forte mesmo, valeu ter madrugado pra espreitar a chegada do sol. |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Negro Mar (51) |
| tô até sem graça, para por outra foto aqui depois dessa...rsrsrs
Brigado, Madrinha! |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Negro Mar (51) |
| me espantei com ela depois de postada, nem imaginava que estava tão forte.
Brigado, Nitro! |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Negro Mar (51) |
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 Negro Mar (51) |
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 Negro Mar (51) |
| Obrigado, e agradecido se virar poster em algum lugar do planeta. Valeu, Chará! |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Negro Mar (51) |
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 Negro Mar (51) |
| Amiga, a 2 anos atrás eu escrevi essa prosa, por coincidência seu comente justamente nessa foto me fez pensar nela de pronto.
http://www.globoonliners.com.br/icox.php?mdl=pagina&op=listar&usuario=2330&post=2714
Obrigado pela Visita. |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Negro Mar (51) |
| Vc também embarcou nessa viagem, Ike? fica aqui um marco na minha trajetória como fotógrafo: meu 1º P&P.
Brigado pelo Coment. |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Negro Mar (51) |
| boa percepção amiga, essa não é p&b é p&p...a prata banhou o tema e deu sentido a toda a idéia.
Brigado pelo coment. |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Negro Mar (51) |
| se foto tem alma, aí deve estar uma...sem ele, seria apenas mais click descendo lixeira abaixo.
Ellipsis, Obrigado pelo coment. |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Negro Mar (51) |
| quando jogava bola eu não era craque, então sobrava duas alternativas: ser o dono da bola ou demonstrar esforço e interesse...hoje, Talking, tento não ser um fotógrafo "perna de pau".
Obrigado pelo Coment. |
| O Fotógrafo Caolho |
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 Negro Mar (51) |
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