| Descrição: | Ao passarmos no tempo, as coisas foram-se denegrindo.
Enquanto passeávamos, a tempestade ergeu-se; e com a revolta, as simplicidades dissiminaram-se. Tudo chorou em nosso redor.
Largamos as mãos.
A tempestade cessou.
Já não restam gotas para chover.
O meu amor parou.
Vila do Conde 2006 |