Canal Fotografia - Galeria Fotográfica dos membros / Galeria de Arte© Reservam-se os direitos da imagem ao autor O Fotógrafo Caolho
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| Autor: | O Fotógrafo Caolho |
| Descrição: | "vem
Nêga, vem ver!
vem ver a Lua,
Ela é de todos nós
tanto minha, quanto sua.
Alumiando o terreiro
e que tá no meio da rua" |
| Tema: | Geral |
| Comentários: | 24 |
| Visitas: | 57 |
| Inserida em: | 00:54 de 19/09/07 |
| Preferida de: | |
| Votação: | |
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RGallacci |
Lindo o efeito de baixa que consequiu em sua foto Luiz.
Gostei muito mesmo é um centro é. |
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O Fotógrafo Caolho |
não meu Rei...é no Quilombo São José da Serra em Valença - RJ...lá é um dos pontos mais fortes de preservação do Jongo. depois te passo uns links a respeito...aí em SP também Grupos bem fortes, como o de Piqueti e o de Guaratinguetá...por falar nisso, esse ano o 12º Encontro dos Jongueiros será em Piqueti...com certeza uma bela fonte para bons clicks...imagina um mestre como Vc deitando os olhos por lá? |
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O Fotógrafo Caolho |
Descendente de escravos africanos, foi marinheiro na juventude, vindo a tornar-se empregado de uma tradicional família carioca.
Na noite 22 de Dezembro de 1938, despertou com alucinações que o conduziram ao patrão, o advogado Humberto Magalhães Leoni, a quem disse que iria se apresentar à Igreja da Candelária. Depois de peregrinar pela rua Primeiro de Março e por várias igrejas do então Distrito Federal, terminou subindo ao Mosteiro de São Bento, onde anunciou a um grupo de monges que era um enviado de Deus, encarregado de julgar aos vivos e aos mortos. Dois dias depois foi detido e fichado pela polícia como negro, sem documentos e indigente, e conduzido ao Asilo D. Pedro II (o hospício da Praia Vermelha), primeiro instituição oficial desse tipo no país, inaugurada em 1852, onde anos antes havia sido internado o escritor Lima Barreto (1881-1922).
Um mês após a sua internação, foi transferido para a Colônia Juliano Moreira, localizada no subúrbio de Jacarepaguá, sob o diagnóstico de "esquizofrênico-paranóico". Aqui recebeu o número de paciente 01662, e permaneceu por mais de 50 anos.
Em determinado momento, Bispo do Rosário passou a produzir objetos com diversos tipos de materiais oriundos do lixo e da sucata que, após a sua descoberta, seriam classificados como arte vanguardista e comparados à obra de Marcel Duchamp. Entre os temas, destacam-se navios (tema recorrente devido à sua relação com a Marinha na juventude), estandartes, faixas de mísses e objetos domésticos. A sua obra mais conhecida é o Manto da Apresentação, que Bispo deveria vestir no dia do Juízo Final. Com eles, Bispo pretendia marcar a passagem de Deus na Terra.
Os objetos recolhidos dos restos da sociedade de consumo foram reutilizados como forma de registrar o cotidiano dos indivíduos, preparados com preocupações estéticas, onde se percebem características dos conceitos das vanguardas artísticas e das produções elaboradas a partir de 1960.
Utilizava a palavra como elemento pulsante. Ao recorrer a essa linguagem manipula signos e brinca com a construção de discursos, fragmenta a comunicação em códigos privados.
Inserido em um contexto excludente, Bispo driblava as instituições todo tempo. A instituição manicomial se recusando a receber tratamentos médicos e dela retirando subsídios para elaborar sua obra, e Museus, quando sendo marginalizado e excluído é consagrado como referência da Arte Contemporânea brasileira. |
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O Fotógrafo Caolho |
vou tentar acreditar que a sorte acompanha mesmo aos competentes...essa de sorte teve muito...rrsrs...Brigado, Godu! |
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O Fotógrafo Caolho |
"sempre não é todo dia" já cantava o Oswaldo Montenegro...se conseguir compartilhar uma boa foto de quando em vez, já terá valido a pena. Brigado, .Mary |
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