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Outra Perspectiva do Aq. das Águas Livres 
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© Reservam-se os direitos da imagem ao autor wolf38
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| Título: |
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| Autor: | wolf38 |
| Descrição: | Coordenadas do Google Earth:
38 43' 47.99"N, 9 10' 13.94"W
É um vicio, a maquina fotográfica anda sempre comigo, e num fim de dia em 2005, ao voltar a casa tive esta perspectiva do Aqueduto......
O Aqueduto das Águas Livres, em Lisboa, Portugal, considerado como o local mais bonito da cidade no virar do século, ergue-se sobre o vale de Alcântara.
A construção de um aqueduto para levar água à cidade deu, a D. João V, a oportunidade para satisfazer a sua paixão pelas construções grandiosas, uma vez que a única área de Lisboa que tinha água era Alfama. O projecto foi pago com o produto de uma taxa sobre a carne, o vinho, o azeite e outros comestíveis.
Apesar de só ter sido terminado no século XIX, em 1748 já fornecia água à cidade. A conduta principal mede 19 km, embora o comprimento total, incluindo os canais secundários, seja de 58 km. A sua parte mais conhecida são os 35 arcos sobre o vale, o mais alto dos quais mede 65 metros de altura.
O caminho público por cima do aqueduto, esteve fechado desde 1853, em parte devido aos crimes praticados por Diogo Alves, um criminoso que lançava as suas vítimas do alto dos arcos e que foi o último decapitado da História Portuguesa. Hoje é possível dar um passeio guiado por cima dos mesmos. Também é possível, ocasionalmente, visitar o reservatório da Mãe d'Água.
Na extremidade do aqueduto, a Mãe d'Água das Amoreiras é uma espécie de castelo que outrora serviu como reservatório. O desenho original, de 1745, foi do arquitecto húngaro Carlos Mardel. Completado em 1834, tornou-se num popular local de encontro para os monarcas e as suas amantes. Hoje o espaço é utilizado para exposições de arte, desfiles de moda e outros eventos.
Na primeira fase da sua construção, até à chegada a Lisboa em 1748, contou com a participação de famosos arquitectos e engenheiros militares, nomeadamente António Canevari (italiano), Azevedo Fortes, Silva Pais, Manuel da Maia, Custódio Vieira (autor da arcaria sobre o vale de Alcântara) e Carlos Mardel (húngaro). Manuel da Maia e Carlos Mardel haveriam de ter, após o terramoto de 1755, um papel crucial na reconstrução da Baixa Pombalina.
Texto da Wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Aqueduto_das_Águas_Livre
Foto tirada em Agosto de 2005 com a minha velhinha Sony Cybershot DSC-F505 – 2Mpixels
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| Tema: | Geral |
| Comentários: | 39 |
| Visitas: | 76 |
| Inserida em: | 17:08 de 23/11/06 |
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| Comentários |
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ana |
Genial, e vem acompanhada com Historia e tudo :)) |
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Mtbranco |
Uma bela perspectiva, acompanhada de um texto bem elucidativo!! Os meus parabens. |
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Onça |
Imagem muito boa do Aqueduto das àguas Livres. Muito bom enquadramento e definição o tom sépia, uma das suas imagens de marca ficou óptimo nesta fotografia. Ela dá-nos uma ideia da grandiosidade destes arcos. Parabéns Wolf38. |
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MIIR |
è realmente outra perspectiva do Aqueduto, muito bonita. |
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jfreire |
Tens a certeza que não é uma fotografia da época, tirada sobre um cavalo (daí a inclinação).
Excelente! |
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RGallacci |
Belissimo registro wolf e acompanhado da história fica maisa interessante seus registros históricos.
A perspectiva esta tremenda e esta sepia cai feito uma luva a estes arcos centenarios. |
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António Morais |
Mais um bom trabalho.E tb este não deixa de estar bem acompanhado de uma excelente descrição histórica.Força. |
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